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Puff, parece que a palavra já perdeu sentido.
quinta-feira, 29 de novembro de 2007
quarta-feira, 28 de novembro de 2007
Musica Para Ser Humano
terça-feira, 27 de novembro de 2007
Melting pot
Inglês, francês, português, inglês, francês, português. As línguas estão sempre a mudar na minha cabeça, já não sei qual devo falar e com quem. Os pensamentos esses vão saltitando de uma para a outra chegando mesmo a misturá-las.
É caso para dizer, “What the heck, comment ça ce fait que ma tête soit aussi baralhada?”.
Esta massa cinzenta está a tornar-se um autentico melting pot.
É caso para dizer, “What the heck, comment ça ce fait que ma tête soit aussi baralhada?”.
Esta massa cinzenta está a tornar-se um autentico melting pot.
sábado, 24 de novembro de 2007
Programa zero
Uma equipa da RTP encontra-se em filmagens em Londres para testar um novo programa sobre portugueses na União Europeia. Estão a entrevistar, pessoas que vivem cá, estudantes, trabalhadores, o Senhor Embaixador…
Entraram em contacto comigo para marcar uma entrevista porque queriam a perspectiva de um aluno de Erasmus. Tive filmagens na quinta-feira e hoje de manhã uma entrevista com a Isabel Figueira no Green Park.
Se o programa for aceite pela direcção a equipa terá de voltar a Londres para novas filmagens, desta vez com mais pormenores. Lá vou eu aparecer na televisão outra vez.
Entraram em contacto comigo para marcar uma entrevista porque queriam a perspectiva de um aluno de Erasmus. Tive filmagens na quinta-feira e hoje de manhã uma entrevista com a Isabel Figueira no Green Park.
Se o programa for aceite pela direcção a equipa terá de voltar a Londres para novas filmagens, desta vez com mais pormenores. Lá vou eu aparecer na televisão outra vez.
quarta-feira, 21 de novembro de 2007
terça-feira, 20 de novembro de 2007
"Je suis comme L’Europe, je suis tout ça, je suis un vrais bordel"
O fim de L'auberge Espagnole, vale principalmente pelo último minuto e meio. Quem nunca viu e não entender que arranje o filme com legendas em português ou inglês, vale a pena por todos os pequenos pormenores deliciosos.
"[…]Après tout si, c’est une histoire de décollage. Tout à commencé là…"
sábado, 17 de novembro de 2007
...
Já vos aconteceu sentirem que qualquer coisa correu mal por causa de vocês mas agora estão completamente impotentes para resolver a situação? Sinto-me culpada, por negligencia minha alguns percursos de vida vão mudar. Posso sempre pensar que isto é o percurso desenhado pelo destino, se é que isso existe, mas não me convenço. Provavelmente por falta de empenho meu agora há uma situação que não consigo resolver por estar tão longe, mesmo com as novas tecnologias a distancia física acaba sempre por ganhar. Era isso que eu queria quando vim para cá, distancia. Começo a perceber que não se pode fugir assim de um passado.
Pronto. Desabafei.
Pronto. Desabafei.
sexta-feira, 16 de novembro de 2007
Descobrir o mundo aos 22
É espantoso como algumas pessoas aos 22 anos estão a descobrir o mundo que as rodeia como se fossem crianças. Infelizmente tenho um caso destes bastante próximo de mim que se transformou rapidamente no principal tema de conversa.
Aos 22 anos esta pobre criatura está a tentar desvendar os mistérios de uma divisão que lhe é completamente desconhecida, a cozinha. Desde procurar o leite nos armários em vez do frigorífico ou de ficar a olhar para o caixote do lixo cheio sem saber o que fazer a cozinha apresenta-se como um enorme desafio que me questiono se ele alguma vez ele vai conseguir superar.
Neste momento encontra-se em processo de aprendizagem. Está a descobrir quais são e onde estão os seus pertences na cozinha e está a ser iniciado na difícil e árdua arte de lavar a loiça. O microondas e forno continuam a ser vistos como bichos estranhos. Esta semana aprendeu o que é milho e como é que se tira a embalagem a uma piza congelada. Próximo passo será ensinar como aquecê-la, mas isso requer um intelecto demasiado elevado que ainda não foi atingido.
Aos 22 anos esta pobre criatura está a tentar desvendar os mistérios de uma divisão que lhe é completamente desconhecida, a cozinha. Desde procurar o leite nos armários em vez do frigorífico ou de ficar a olhar para o caixote do lixo cheio sem saber o que fazer a cozinha apresenta-se como um enorme desafio que me questiono se ele alguma vez ele vai conseguir superar.
Neste momento encontra-se em processo de aprendizagem. Está a descobrir quais são e onde estão os seus pertences na cozinha e está a ser iniciado na difícil e árdua arte de lavar a loiça. O microondas e forno continuam a ser vistos como bichos estranhos. Esta semana aprendeu o que é milho e como é que se tira a embalagem a uma piza congelada. Próximo passo será ensinar como aquecê-la, mas isso requer um intelecto demasiado elevado que ainda não foi atingido.
terça-feira, 13 de novembro de 2007
Carrinha dos gelados
segunda-feira, 12 de novembro de 2007
domingo, 11 de novembro de 2007
Saudades...
de alguns
de conversas
de dias compridos
do meu carrinho com a radar ligada
de um bom chuveiro com água quente
do clima de Lisboa
das idas à Dona São
de fondue de chocolate
de uma faculdade organizada e funcional
de ver televisão sentada na cadeira da secretária com os pés em cima da cama
de uma rotina mais rotineira
de conversas
de dias compridos
do meu carrinho com a radar ligada
de um bom chuveiro com água quente
do clima de Lisboa
das idas à Dona São
de fondue de chocolate
de uma faculdade organizada e funcional
de ver televisão sentada na cadeira da secretária com os pés em cima da cama
de uma rotina mais rotineira
sábado, 10 de novembro de 2007
Palavras...
Invejo quem se consegue realmente expressar por palavras, sejam elas ditas ou escritas. Aqueles que juntando letras desvendam o que de mais escondido se encontra neles. Deve dar uma sensação de liberdade e de poder conseguir transmitir a realidade.
Claro, como sempre há quem ache que isso não é possível. Mas se realmente não é possível algumas mentes quase que o alcançam.
AUTOPSICOGRAFIA
O poeta é um fingidor.
Finge tão completamente
Que chega a fingir que é dor
A dor que deveras sente.
E os que lêem o que escreve,
Na dor lida sentem bem,
Não as duas que ele teve,
Mas só a que eles não têm.
E assim nas calhas de roda
Gira, a entreter a razão,
Esse comboio de corda
Que se chama coração.
Fernando Pessoa
Claro, como sempre há quem ache que isso não é possível. Mas se realmente não é possível algumas mentes quase que o alcançam.
AUTOPSICOGRAFIA
O poeta é um fingidor.
Finge tão completamente
Que chega a fingir que é dor
A dor que deveras sente.
E os que lêem o que escreve,
Na dor lida sentem bem,
Não as duas que ele teve,
Mas só a que eles não têm.
E assim nas calhas de roda
Gira, a entreter a razão,
Esse comboio de corda
Que se chama coração.
Fernando Pessoa
quarta-feira, 7 de novembro de 2007
Eficiência inglesa
Correio que não chega ao destino porque se esqueceram de pôr o país;
Mais de oito semanas para arranjar a luz do hall do prédio;
Cinco semanas para receber uma carta do banco;
Três semanas para receber uma carta vinda de Portugal;
Duas semanas para porem um fogão novo e mais duas semanas para levarem o antigo que entretanto deixaram no meio da cozinha;
Não existe ligação wireless à Internet em inúmeros locais por ser considerado um “health and safety issue”.
A nossa santa terrinha no canto da Europa pode ter muitos defeitos mas em tanta coisa é melhor que as “grandes” nações da Europa.
Mais de oito semanas para arranjar a luz do hall do prédio;
Cinco semanas para receber uma carta do banco;
Três semanas para receber uma carta vinda de Portugal;
Duas semanas para porem um fogão novo e mais duas semanas para levarem o antigo que entretanto deixaram no meio da cozinha;
Não existe ligação wireless à Internet em inúmeros locais por ser considerado um “health and safety issue”.
A nossa santa terrinha no canto da Europa pode ter muitos defeitos mas em tanta coisa é melhor que as “grandes” nações da Europa.
terça-feira, 6 de novembro de 2007
domingo, 4 de novembro de 2007
The Lord of The Rings
quinta-feira, 1 de novembro de 2007
Fico grega
Estou constantemente a ser surpreendida por gregos.
Não há nada melhor que as perguntas de uma grega na casa dos 50, supostamente licenciada em francês e que nem sequer sabe o que é que quer dizer "tu est bête".
Um dia, foi ao supermercado e a senhora da caixa perguntou-lhe se ela era portuguesa. Esta questão perturbou de tal forma a sua pequena cabeça que quando chegou a casa perguntou-me se em Portugal éramos todos brancos. Fiquei tão bouquiaberta que só fui capaz de responder um misero "yes".
Cerca de uma semana depois estávamos a falar de incêndios e de repente surpreende-me com uma pergunta: "Onde é que é Portugal?". Confesso que tive vontade de me rir, mas contive-me e expliquei que ficava entre Espanha e o Oceano Atlântico. Muito espantada voltou ao ataque, " e de que tamanho é Portugal?" à qual limitei-me a dizer que era cerca do dobro da Irlanda. Mais perguntas se seguiram como "qual é a capital de Portugal?".
Como é que nós portugueses que tivemos batalhas renhidas com eles no Euro 2005, que entrámos para a União 5 anos depois da Grécia, que partilhamos a mesma moeda e que até há poucos tempo andávamos sempre a competir com eles pelo ultimo lugar nos rankings da União Europeia, somos tão desconhecidos a esta senhora?
Será que naquela cabecinha Portugal era mais um bocado de terra perdida na imensidão de África ou será que ela estaria a confundir-nos com o Brasil?
O mais arrepiante é que isto é só a ponta do Iceberg do estranho mundo dos gregos.
Não há nada melhor que as perguntas de uma grega na casa dos 50, supostamente licenciada em francês e que nem sequer sabe o que é que quer dizer "tu est bête".
Um dia, foi ao supermercado e a senhora da caixa perguntou-lhe se ela era portuguesa. Esta questão perturbou de tal forma a sua pequena cabeça que quando chegou a casa perguntou-me se em Portugal éramos todos brancos. Fiquei tão bouquiaberta que só fui capaz de responder um misero "yes".
Cerca de uma semana depois estávamos a falar de incêndios e de repente surpreende-me com uma pergunta: "Onde é que é Portugal?". Confesso que tive vontade de me rir, mas contive-me e expliquei que ficava entre Espanha e o Oceano Atlântico. Muito espantada voltou ao ataque, " e de que tamanho é Portugal?" à qual limitei-me a dizer que era cerca do dobro da Irlanda. Mais perguntas se seguiram como "qual é a capital de Portugal?".
Como é que nós portugueses que tivemos batalhas renhidas com eles no Euro 2005, que entrámos para a União 5 anos depois da Grécia, que partilhamos a mesma moeda e que até há poucos tempo andávamos sempre a competir com eles pelo ultimo lugar nos rankings da União Europeia, somos tão desconhecidos a esta senhora?
Será que naquela cabecinha Portugal era mais um bocado de terra perdida na imensidão de África ou será que ela estaria a confundir-nos com o Brasil?
O mais arrepiante é que isto é só a ponta do Iceberg do estranho mundo dos gregos.
Les Misérables
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