Londres é uma cidade “global”, uma das primeiras perguntas, senão a primeira, que aqui se faz quando se conhece alguém é “de onde és?”.
Ontem à noite dei comigo numa festa no mínimo variada do ponto de vista de nacionalidades, idades e tendências sexuais, em casa de um casal no mínimo curioso. Ele é húngaro e ela sueca, conheceram-se em Barcelona e agora estão a viver em Londres. Eis uma prova da União sem fronteiras.
Até que surgiu uma conversa sobre a felicidade das galinhas. Qual a mais feliz, a que está no campo e que morre apanhada desprevenida para ser comida ou a galinha de produção maciça que sabe desde do inicio que vai morrer? Eis o problema que perturbava um brasileiro muito expressivo que defendia que era mais cruel matar a galinha do campo do que a de cativeiro.
Agora na minha grande ignorância pergunto, não é necessário uma consciência para se ter o sentimento de felicidade/infelicidade? E as galinhas, têm consciência?
Isto tudo faz-me lembrar uma outra discussão de há uns dias atrás sobre a beleza dos animais. Tentámos, sem sucesso, chegar a um acordo de qual o mais bonito entre o camarão e a galinha.
sábado, 20 de outubro de 2007
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1 comentário:
andas muito filosofica petit hulk. Julgo que tanto a galinha de cativeiro como a outra são infelizes porque mais tarde ou mais cedo irão morrer. Independentemente de sentimentos e de sensação de liberdade o destino irá ser o mesmo... a morte
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