Hoje dei comigo a pensar nas pequenas coisas e momentos que nos fazem falta, que nos fazem sentir nostálgicos. Lembrei-me do bar da Dona São.
Chegou-me aos ouvidos que fechou. O ponto de encontro, o local onde passávamos intervalos, onde tomávamos a maior parte das nossas refeições fechou.
Provavelmente nunca mais vamos ter aquelas maravilhosas tostas de frango, a lasanha à nossa espera, as sementes e aquela pessoa atrás do balcão, que ainda estou para perceber porquê, nos achava tanta piada.
Acabou e não cheguei a agradecer pela atenção especial que nos era dada e pela grande paciência para os nossos disparates. E assim voou mais um pedacinho da identidade daquela instituição.
sexta-feira, 26 de outubro de 2007
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2 comentários:
A bela da dona São. Realmente nunca lhe agradecemos toda a paciência que tinha para nós. Deves tar a pensar que tou louco a comentar os post todos mas tou a entrar em parafuso com os trabalhos :x e isto é uma escapatória. O ISCTE anda cada x mais a perder bocados importantes da sua identidade. Foi a Dona São,foi o bar das tostas. O senhor antonio vai mudar de sitio(pr enkt continua no mesmo local). Tamos a ficar velhos... Só falta despedirem a BETTY :P
Por estranho que pareça tenho saudades do ISCTE e dos pequenos pormenores da vivência lá. O bar da dona São, o telhado do Senhor António, a vista das salas de aulas para o pátio, as máquinas...
Mas a BETTY faz parte da mobília, essa é como um capitão, nunca abandona o navio.
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